Segundo pesquisa do Ibope, a publicidade online atingiu o faturamento de R$ 1,6 bilhão de um total de R$ 59,7 bilhões em investimentos em 2008.
O segmento de TV ainda é o que mais recebe verba publicitária, com 29,8 bilhões de reais. Já jornais aparecem em segundo, com R$ 14,9 bi, seguidos por revistas, com 5,5 bilhões e TV por assinatura, com 4,8 bilhões.
De acordo com o Instituto, banners representaram 82% do faturamento da mídia online brasileira em 2008, seguidos por selos e botões, que representam 10% da receita do setor, anúncios em DHTML (5%) e outros (3%). Os pop-ups ficaram com apenas 1% da receita publicitária na internet.
Já o Internet Advertising Bureau (IAB) Brasil afirmou hoje que, em 2009, a mídia online brasileira deverá receber investimentos de 1 bilhão de reais. A diferença entre os números divulgados pelas instituições ocorre devido a divergência da métrica utilizada nos dois levantamentos.
Empreendedorismo. Aí está uma palavra que mexe com o povo brasileiro! Nossa nação possui essa característica no sangue. Vira e mexe vemos novas empresas entrando no mercado e se aventurando em seu ramo de atuação.
Umas dão certo e se consolidam, outras, acabam perecendo. Já algumas aproveitam uma onda momentânea, uma época específica, fazem dinheiro por um tempo e, passando o período da “safra“, encerram suas operações.
Que o diga este nobre empreendedor. Um visionário que literalmente tirou dinheiro do bueiro durante o carnaval do Rio de Janeiro!
Pode até não ter faturado rios de dinheiro com sua barraquinha de xixi no ralo, mas que valeu pela criatividade, a, isso valeu!
O jornal The New York Times lançou seu novo projeto de jornalismo hiper-regional. The Local, nome dado ao informativo, é um blog que traz informações extremamente locais sobre regiões e bairros específicos de Nova Iorque.
As informações do The Local são publicadas de forma colaborativa. Ou seja, o próprio morador atua como jornalista, podendo escrever reportagens sobre aspectos inéditos, fatos inusitados ou problemas que visualizar em seu bairro. Além dos “locais”, o portal também será alimentado com reportagens produzidas por estudantes de jornalismo da CUNY Graduate School of Journalism. Todo o conteúdo passará, ainda, pelo crivo de um editor do NYT.
Para o responsável pelos projetos de internet do jornal, Jim Schachter, de início, o modelo não será muito sustentável. Depois, porém, espera-se conseguir verba por meio do anúncio publicitário de pequenas empresas presentes nas localidades cobertas pelo The Local.
No último dia 31, o Brasil comemorou 50 anos da conquista de seu primeiro título mundial de basquetebol.
Mesmo que muitos provavelmente nem eram vivos naquela época, o fato de não termos visto a vitória daqueles atletas não diminui a importância que eles tiveram para o esporte brasileiro. Vencendo não apenas um, mas dois mundiais, conquistando duas medalhas em olimpíadas, além de diversos títulos internacionais, esses caras “simplesmente” colocaram o basquete do Brasil no cenário mundial e fizeram desse esporte a “segunda paixão nacional” (naquela época).
Com o objetivo de reavivar essa memória, a E-CO foi contratada para apoiar a coordenação da agenda de homenagens e encontros com autoridades - presidente Lula, ministro dos Esportes, Orlando Silva, governador do DF, José Roberto Arruda, e secretário dos Esportes do DF, Aguinaldo Silva -, além de ser a responsável pela divulgação das comemorações do cinquentenário para a mídia nacional.
Equipe E-CO e produção da Sportv, em gravação de programa especial sobre o cinquentenário
Campeões de 59 em encontro com o presidente Lula
Foram dias de trabalhos até altas horas (até por isso o blog ficou um pouquinho desatualizado), muito suor (literalmente!), stress e emoção!
Mas no final, tudo deu MUITO certo!
Wlamir Marques, um dos campeões, em entrevista a alguns jornalistas, após encontro com ministro dos Esportes
Criatividade, retenção de clientes e “boomers”, em alta. Preocupação ambiental e Web 2.0, em queda. Essas são as principais tendências do marketing em 2009, identificadas por uma pesquisa feita pela Anderson Analytics.
A segunda edição do estudo Top Marketing Trends analisou os principais conceitos, áreas de oportunidades e clientes potenciais. Como era de se esperar, a economia - sobretudo as preocupações com recessão e consequências do mau momento financeiro - terá um papel significante na definição de ações de marketing em 2009. Pouco mais da metade dos entrevistados acredita que a verba que possuem irá diminuir, se comparada com 2008. Esse cenário causa influência direta nas principais tendências marqueteiras deste ano. Confira as 5 principais:
Insight e Inovação -Criatividade será uma arma importante para combater os efeitos da recessão.
Consumidores em primeiro lugar - Conquista de novos clientes? Não. Os esforços dos marqueteiros em 2009 serão, prioritariamente, para aumentar a satisfação dos clientes e retê-los como “fiéis” à marca.
Marketing verde e Aquecimento Global perdem importância - investimentos nessa área ainda são muito custosos às empresas. É triste, mas em períodos de contenção de gastos, até esse tema vai para segundo plano.
Web 2.0? Nem pensar! - Marqueteiros estão enjoados de ouvir falar nas atuais possibilidades da internet e de produtos relacionados a ela, tais como blogs, redes sociais, “youtubes” e etc. Entretanto, a maior parte deles (67%) admite ainda não saber o suficiente sobre esse meio.
Maiores oportunidades na China e em países com grande densidade demográfica (”boomers”) - com 53% das indicações, a China é considerada a nação com maiores oportunidades para as empresas, de acordo com os profissionais de marketing que possuem responsabilidades internacionais. Bem distante, com 17% das indicações, vem a Índia, outro país muito populoso.
Todos os dias vemos inúmeras campanhas publicitárias, sobre diversos temas, veiculadas na mídia e anexadas em ônibus, outdoors, prédios, panfletos e etc, etc, etc.
Na Inglaterra, não é diferente. Por lá, a publicidade também rola solta por tudo que é lado. Mas algo novo aconteceu na Grã-Bretanha: pela primeira vez uma campanha sobre o ateísmo está ganhando peso e espaço pelo país.
O principal mote desta campanha é o slogan “Provavelmente não existe nenhum Deus. Pare de se preocupar e aproveite sua vida.” A mensagem já foi adesivada em cerca de 800 ônibus - 200 em Londres e 600 espalhados por outras cidades da Inglaterra, País de Gales e Escócia.
De acordo com o jornal Telegraph, a investida ateísta começou como resposta a alguns cartazes religiosos que diziam que aqueles que não acreditavam em Deus estavam “amaldiçoados”. A proposta era passar aos ateístas a mensagem de que não há problema nenhum em não acreditar em uma divindade. Para isso, eles contavam com uma verba de £ 5.500, mas, após receberem o apoio de um proeminente ateísta inglês, o dinheiro das doações já ultrapassou, de outubro para cá, a quantia de £ 140.000.
Além de utilizar os ônibus,a campanha também conta com dois grandes monitores LCD que ficam passando o slogan em uma avenida central de Londres. Os organizadores também fixarão cerca de 1.000 cartazes com mensagens de personalidades históricas ateístas questionando a existência de Deus e celebrando a vivência em um mundo natural.
Quer saber mais? A reportagem completa pode ser lida (em inglês) aqui.
Geralmente, quando um comercial vai usar de contrastes para passar uma mensagem, é usado todo um lado sentimental. O rico e o pobre. O branco e o negro. Liberdade e prisão. Música melosa ao fundo, belas imagens e um roteiro magnífico para tocar ao fundo o coração do público-alvo.
Portfolio, portfólio, portifólio. Cada vez que alguém da área de Comunicação, sobretudo de propaganda, vai mandar seu trabalho para outra pessoa, há a dúvida: afinal, qual é a grafia correta de portfolio? Coloco o acento? Uso com a letra “i”? É junto ou separado? Enfim, as perguntas vêm e a dúvida aumenta. No final, cada um escreve de um jeito e a coisa passa despercebida.
A linguagem da Comunicação é repleta de influências norte-americanas. Foram eles que construíram a maior parte dos modelos e referências nessa área. Por lá, o conjunto de trabalhos desenvolvidos pela empresa ou o grupo de contas que uma agência possui é chamado de portfolio. “Aportuguesando” esse termo, surgiram portfólio e portifólio.
Entretanto, nenhuma das duas grafias estão previstas nos principais dicionários brasileiros. Na verdade, nessas publicações, o termo encontrado é - acreditem - porta-fólio. Essa derivação vem da latinização do verbete em italiano - portafoglio.
Então, caso queiram bater no peito e fincar a bandeira nacional na hora de mostrar suas peças, digam com louvor: “Aqui está meu porta-fólio!” Ou então, se acharem que iria soar estranho, podem simplesmente usar portfolio, sem acento, “i”, hífen ou qualquer outra ferramenta que queiram encaixar ali.
O refinamento das técnicas virtuais e, sobretudo, o boom da internet fizeram com que as propagandas virais se tornassem uma grande moda na comunicação entre empresa e públicos. É fato: se a instituição quer mostrar uma imagem cool, ela faz um viral.
Aproveitando esse clima e seguindo a tendência de “lista dos 10 mais”, o Organ Grinder - blog pertencente ao jornal inglês The Guardian - selecionou os 10 melhores virais de 2008.
Com incitações das mais diversas, capazes de ir de Obama a Fifa Street 3, criatividade e qualidade na produção são características marcantes desses vídeos.
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