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Principais tendências de marketing para 2009

Criatividade, retenção de clientes e “boomers”, em alta. Preocupação ambiental e Web 2.0, em queda. Essas são as principais tendências do marketing em 2009, identificadas por uma pesquisa feita pela Anderson Analytics.

A segunda edição do estudo Top Marketing Trends analisou os principais conceitos, áreas de oportunidades e clientes potenciais. Como era de se esperar, a economia - sobretudo as preocupações com recessão e consequências do mau momento financeiro - terá um papel significante na definição de ações de marketing em 2009. Pouco mais da metade dos entrevistados acredita que a verba que possuem irá diminuir, se comparada com 2008. Esse cenário causa influência direta nas principais tendências marqueteiras deste ano. Confira as 5 principais:

  1. Insight e Inovação - Criatividade será uma arma importante para combater os efeitos da recessão.
  2. Consumidores em primeiro lugar - Conquista de novos clientes? Não. Os esforços dos marqueteiros em 2009 serão, prioritariamente, para aumentar a satisfação dos clientes e retê-los como “fiéis” à marca.
  3. Marketing verde e Aquecimento Global perdem importância - investimentos nessa área ainda são muito custosos às empresas. É triste, mas em períodos de contenção de gastos, até esse tema vai para segundo plano.
  4. Web 2.0? Nem pensar! - Marqueteiros estão enjoados de ouvir falar nas atuais possibilidades da internet e de produtos relacionados a ela, tais como blogs, redes sociais, “youtubes” e etc. Entretanto, a maior parte deles (67%) admite ainda não saber o suficiente sobre esse meio.
  5. Maiores oportunidades na China e em países com grande densidade demográfica (”boomers”) - com 53% das indicações, a China é considerada a nação com maiores oportunidades para as empresas, de acordo com os profissionais de marketing que possuem responsabilidades internacionais. Bem distante, com 17% das indicações, vem a Índia, outro país muito populoso.
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Adeus Pop-up!

O portal UOL, um dos mais acessados pelos internautas brasileiros, abandonará a publicidade no formato pop-up a partir de janeiro de 2009.

Adeus Pop-ups

Esse modelo publicitário é, atualmente, um dos mais populares entre os anunciantes, entretanto, grande parte das pessoas que acessam a web considera as janelas pop-up intrusivas e irritantes.

Para satisfazer esse público, desde 2003 o UOL já oferecia gratuitamente uma ferramenta AntiPop-up. Todavia, a parcela de navegantes que utilizava o serviço ainda não justificava o fim desse padrão publicitário. O cenário, porém, mudou recentemente: agora, cerca de 65% das pessoas que acessam o site do UOL usam o AntiPop-up e não interage com as janelas comerciais que se abrem ao entrar no domínio.

Pop-up. Formato controverso

Pop-ups. Janelas causam controvérsias entre internautas

A matéria completa falando sobre a iniciativa do UOL pode ser vista aqui.

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Malabarismo de sinal

Quem aí nunca passou pela situação de parar no sinal, assistir um “show” de malabarismo com bolas de tênis feito por meninos de rua e ouvir um “dá uma moedinha aí moço!” pouco antes de abrir o semáforo?

Pois bem, o portal Terra se apropriou dessa cena cotidiana e criou uma estratégia inusitada (óbvio) de marketing de guerrilha. A ação levou um ginasta para se apresentar nas ruas de São Paulo. A proposta foi divulgar a cobertura olímpica feita pelo site.

Ginasta sobre o cavalo

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Barack Obama - Um exemplo de marketing político

Já faz algum tempo que o candidato à presedência norte-americana Barack Obama vem chamando a atenção com o seu marketing político. A grande diferença entre ele e os outros candidatos é o uso da internet. Sua atuação nessa mídia é tanta que ele já é chamado de político 2.0.

Usar a internet em campanha política nos EUA, diferentemente daqui, não é novidade, mas a maneira como Obama vem usando é que faz a diferença. A interatividade vai além de blogs e e-mails. O que mais me chamou a atenção foi uma comunidade criada para os eleitores trocarem informações entre si via web, além de um site que convoca você a fazer parte da campanha, seja com dinheiro, como voluntário ou até mesmo criando o seu próprio blog sobre o candidato.

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Num ótimo artigo do Morial Paiva no Knowtec, você consegue informações mais detalhadas sobre a “campanha 2.0”. Lá ele afirma o seguinte:

“Eu juro que até tentei achar algo pra dizer que falta. Sem sucesso. Doação online, site personalizável, loja virtual, dezenas de comunidades segmentadas, espaço para debates online, site mobile, BarackTV e as demais funcionalidades mais comuns – notícias, newsletters, etc. Check.”

O último grande sucesso do candidato foi um vídeo viral, o Yes we can, com diversas celebridades cantando uma música feita em cima de um discurso de Obama. Em cerca de duas semanas o vídeo já tem mais de 10 milhões de visualizações e é o mais visto nos últimos 30 dias.

Quando eu terminava de escrever esse post aparece no meu RSS a seguinte notícia: “Gafe - NBC News confunde Obama com Osama”.

Aconteceu que o apresentador Chris Matthews falava sobre Barack Obama enquanto ao fundo aparecia a imagem do terrorista Osama Bin Laden. A equipe do candidato a presidência entrou em contato com a NBC News e o própio apresentador se desculpou no ar.

Via Webinsider/Knowtec/SimViral/CCSP

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Idéia ousada que funciona

No dia 18 de Dezembro de 2007, a Kibon lançou uma campanha promocional que vem chamando atenção. É a promoção “ipod no palito”.

Foram colocados 10 mil ipods shuffle nos palitos de picolé Fruttare, literalmente.

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Os palitos premiados tem o mesmo peso e tamanho de um picolé normal. A Bullet, agência responsável por essa idéia ousada, teve a garantia da apple de que os aparelhos não seriam danificados.

O investimento da Kibon foi de 12 milhões de reais.
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Via http://www.brainstorm9.com.br/

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